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A região de Catalunha, conhecida pela alegria e pelo amor ao futebol, ficou mais silenciosa e desconfiada com a saída de seu maior ídolo, Lionel Messi. Seis vezes melhor atacante do mundo, ele deixou o Barcelona, ​​onde jogou nas categorias de base, e embarcou em uma nova trajetória, ao se encontrar com Neymar no Paris Saint-Germain.

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A saída de Messi do clube catalão não só mexeu com o mundo do futebol, que ainda está digerindo as notícias. Os argentinos tiveram um impacto significativo no setor econômico, principalmente nas bolsas de valores e criptomoedas.

Há uma razão para isso, na Europa, ao contrário do Brasil, o modelo clube-empresa é muito forte, ou seja, o time não é uma instituição, mas uma empresa como qualquer outra, com possibilidade de entrar no mercado de ações. A partir desta semana, isso acontecerá com clubes como Manchester United, Chelsea, Barcelona, ​​Bayern Munich e Paris Saint-Germain.

Este último tem sua própria criptomoeda junto com o Barcelona. Depois do anuncio da saída do craque da Espanha e a assinatura do acordo com o clube francês, a criptomoeda do PSG saltou de 129 reais para 309 reais, que é o maior valor registrado na moeda digital dos clubes.

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“Por exemplo, quando outro clube recebe um ativo como Messi, a compra será muito interessante, porque você sabe que ele trouxe vários contratos de publicidade e a receita do clube aumentará. Por meio da tokenização, você pode participar da receita do clube”, explicou seu especialista em criptomoedas, Cassio Krupinsk.

Não é apenas Neymar e agora o clube de Messi que é afetado pela especulação futebolística. Barcelona também aumentou o valor de sua criptomoeda. Antes da saída de Messi, o ativo estava entre 100 e 111 reais, e agora quem se interessar por essa moeda terá que pagar cerca de 140 reais.

“Você tem um Messi que responde por uma grande porcentagem da receita do clube, cerca de 65%. Pelo sucesso da sua publicidade, porque repetidamente conquistou os melhores do mundo, a sua saída representa a desvalorização do Barcelona. Portanto, quando um clube como o Barcelona se desvaloriza, torna-se um ativo muito atraente porque, como um grande clube, pode se recuperar rapidamente ”, concluiu.

A moda vai chegar ao Brasil?

Se a criptomoeda é uma das questões mais preocupantes da economia mundial, é claro que o Brasil não é exceção. Nos últimos anos, a busca por ativos digitais deu um grande salto, com foco no Bitcoin.

Mas engana-se quem pensa que os clubes brasileiros não viram esse movimento. Por exemplo, o Atlético Mineiro foi o primeiro clube do país a começar a vender criptomoedas. Além de atrair torcedores, o clube também pretende aumentar a demanda de investidores para aumentar a receita nas próximas temporadas.

“Aqui temos o Atlético Mineiro, que marca uma parte do clube, mas o mercado também está se expandindo para outras áreas. Isso ajuda no crescimento da receita. Com a venda desses ativos, grandes contratos podem ser fechados”, pontuou.

Os especialistas ainda acreditam que, embora esse método ainda seja burocrático, pode assumir o controle da seleção brasileira. Krupinsk acredita que a medida é uma alternativa para reduzir dívidas e recuperar contas de grandes clubes.

“Acredito que isso se tornou uma realidade. Os clubes que não insistiram em simbolizar seus ativos certamente encontrarão certas partes da lei, estrutura corporativa ou diretivas. A falta de definições de acordos e divergências atrasou o clube, mas eu os vejo ingressando na mesma onda “.

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Fonte: https://economia.ig.com.br/2021-08-13/economia-futebol-messi-psg-criptomoedas.html

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